Espécies de pouca água

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Em tempos de crise hídrica, agaves e suculentas mostram seu valor

Defensor das agaves devido a seu efeito escultural e, sobretudo, sua fácil manutenção, o paisagista Marcelo Faisal montou em seu viveiro, em São Paulo, um verdadeiro jardim semiárido. Com cerca de dez espécies da planta, provenientes de desertos ao redor do mundo, o espaço se destaca pela variedade. “Fiz um conjunto que ressalta a diversidade de cores e texturas”, conta o profissional.

Capazes de ficar até 30 dias ou mais sem irrigação, elas são as favoritas em períodos de seca. Neste jardim, Marcelo optou por agaves-palito (de folhas mais finas na foto) e babosas, que se portam bem tanto em vaso quanto no solo, onde crescem mais.

PEQUENAS E DURÁVEIS
Primas das agaves, as suculentas têm praticamente as mesmas propriedades – só que em miniatura.

Aloe steudneri: as mudas da família vinda do Norte da Etiópia podem ser cultivadas solitárias ou em conjunto. Um dos cuidados é não adubar muito a terra, o que pode fazer com que a planta cresça exageradamente.
Aloe aristata: originária da África do Sul, a espécie vive feliz em pequenos vasos e não se dá bem com o sol. Quando suas folhas afinam e se fecham, é sinal de que precisa de água.
Aloe cream: com pequenos espinhos nas extremidades, este tipo merece atenção em casas com crianças pequenas. Pode ficar até 15 dias sem água e é indicado regá-lo quando a terra estiver completamente seca.
Echeveria elegans: sucesso entre os aficionados, exibe folhas semelhantes a pétalas de rosa. Ótima para terrários, ela pode atingir até 15 cm de diâmetro.

Fonte: PlanetaSustentavel

 

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